A ONU disse estar “horrorizada” com a repressão e denunciou violações de direitos humanos. Após dias de bloqueio, o governo retomou parcialmente as comunicações com o exterior. Relatos de moradores falam em tiros para matar, ruas vazias, prédios incendiados e forte presença policial em Teerã.
Os Estados Unidos voltaram a ameaçar uma ofensiva contra o país, o que aumenta a tensão internacional.
Estados Unidos
Nos Estados Unidos, a ONU pediu uma investigação rápida, independente e transparente sobre a morte de Renee Nicole Good, de 37 anos, baleada por um agente de imigração em Minneapolis. O caso provocou protestos em várias cidades contra o ICE, órgão responsável pela política migratória do governo Trump.
Vídeos divulgados contradizem a versão oficial de que a vítima teria tentado atropelar agentes. Autoridades locais acusam o governo federal de impedir a participação do estado na investigação. Renee era cidadã americana, mãe de três filhos e conhecida por acompanhar ações do ICE como observadora legal.
O episódio elevou a tensão entre governos estaduais e a Casa Branca.
Rússia e Ucrânia
Na guerra do Leste Europeu, um ataque russo com mísseis e drones matou ao menos quatro pessoas na Ucrânia e deixou dezenas de feridos. A ofensiva atingiu Kharkiv, Odessa e a capital, Kiev, além de danificar gravemente a infraestrutura de energia do país.
Segundo autoridades ucranianas, mais de 30 mísseis e 200 drones foram lançados em poucas horas. A Rússia também voltou a usar mísseis supersônicos capazes de transportar ogivas nucleares. Moscou afirmou que os ataques foram uma resposta a supostas ameaças ao presidente Vladimir Putin, acusação negada pelo governo ucraniano.
Coreia do Sul
Na Ásia, a Procuradoria da Coreia do Sul pediu pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk-yeol, acusado de liderar uma insurreição ao tentar impor lei marcial em 2024. Yoon foi destituído, preso e responde por tentativa de golpe de Estado.
Segundo os promotores, ele buscou se manter no poder ao tentar controlar o Judiciário e o Parlamento. A defesa nega as acusações e afirma que a medida foi apenas um alerta político. A sentença deve ser anunciada em fevereiro.
A crise marcou profundamente o país, que agora tenta se estabilizar sob um novo governo.
*Com informações da Agência Reuters
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Com informações da Agência Brasil



