Técnicos da Defesa Civil e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) vistoriaram nesta terça-feira 52 imóveis avariados pela explosão ocorrida na tarde de segunda na região do Jaguaré, na zona oeste da Capital, e 48 foram liberadas para o retorno das famílias. Quatro foram interditadas.
Os imóveis liberados na Rua Doutor José Benedito Moraes Leme não possuem riscos estruturais. As concessionárias Sabesp e Comgás acompanharam as visitas para as avaliações de danos e ressarcimento das famílias a eventuais prejuízos.
De acordo com o porta voz da Defesa Civil, tenente Maxwell Souza, as casas vistoriadas serão catalogadas em quatro níveis, de acordo com o risco de desabamento: No Verde, o imóvel está liberado e as famílias poderão retornar imediatamente; Amarelo significa que as famílias poderão retirar seus pertences; no Laranja, terão que ser acompanhados pela Defesa Civil para fazer a retirada de roupas e pertences, e no Vermelho, a residência ficará totalmente interditada em função do alto risco de desabamento.
O trabalho integrado das equipes da Defesa Civil, IPT e concessionárias para a vistoria e avaliação de imóveis nas demais ruas afetadas pela explosão prossegue.
Acolhimento e ampliação do auxílio emergencial
O Governo de São Paulo, por Defesa Civil e do Fundo Social de São Paulo, atua de forma integrada com as concessionárias Sabesp e Comgás no atendimento às famílias afetadas pela explosão ocorrida na região do Jaguaré, na zona oeste da capital. Desde o acidente, equipes do Governo de SP realizam vistorias, acolhimento social e distribuição de kits de ajuda humanitária com cobertores, colchões, roupas, cestas básicas e itens de higiene, além de manter um posto de atendimento aos desabrigados e suporte às famílias.
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De acordo com as concessionárias, até tarde desta terça-feira (12), 194 pessoas haviam sido cadastradas para receber auxílio emergencial, inicialmente de R$ 2 mil e que foi ampliado para R$ 5 mil. As famílias também estão sendo acolhidas em hotéis e recebendo acompanhamento conjunto das equipes das empresas.
A diretora de Relações Institucionais da Sabesp destacou que a prioridade é dar assistência integral a todos os afetados, desde acompanhamento médico e psicológico ao suporte financeiro emergencial, e também calcular os prejuízos de cada um o mais rápido possível para possibilitar que as pessoas possam retomar às suas rotinas e ás suas casas.
O diretor de Relações Institucionais da Comgás, Bruno Dalcolmo, esclareceu que os consórcios estão buscando alternativas de moradia mais permanente ou pelo menos que não seja exclusivamente em hotel para as pessoas que tiveram suas vidas afetadas.
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Com informações do Governo de São Paulo



