Cerca de mil pessoas estavam no evento. Esse foi o pior tiroteio em massa em quase 30 anos. Pelo menos 40 pessoas – incluindo quatro crianças – foram levadas ao hospital, incluindo dois policiais em estado grave. As vítimas fatais tinham entre 10 e 87 anos.
Segundo a Agência Reuters, o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, prometeu leis mais rígidas sobre armas, nesta segunda-feira (15).
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou que não há registro de cidadãos brasileiros entre as vítimas.
Imagens feitas por testemunhas mostram que os atiradores, pai e filho, ficaram vários minutos sobre uma passarela enquanto disparavam contra a multidão. O pai, de 50 anos, foi morto no local. Ele tinha licença para armas de fogo desde 2015, além de seis armas registradas.
O filho, de 24 anos, está em estado crítico no hospital. A polícia não confirmou os nomes dos dois terroristas.
Em uma das imagens, foi registrado o momento em que um pedestre tirou a arma de um deles. Ele está sendo considerado um “herói”, por ter evitado mais mortes, e foi submetido a uma cirurgia depois de levar dois tiros.
Três armas de fogo e dois explosivos improvisados foram encontrados no local do crime.
Líderes mundiais, como o presidente da França, Emmanuel Macron, manifestaram condolências.
Em mensagem nas redes sociais, o presidente Lula escreveu que recebeu com consternação a notícia do brutal atentado terrorista. Lula disse ser inaceitável que atos de ódio e extremismo tirem a vida de pessoas inocentes. O presidente manifestou solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade judaica, ao governo e ao povo australiano.
O Consulado-Geral do Brasil em Sydney segue monitorando a situação.
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Com informações da Agência Brasil



