Quem achou “tudo lindo” foi Dona Cida, 83, que viu o nascimento do bairro Inamar, onde mora até hoje com os 5 filhos, 9 netos e 3 bisnetos: “Eu sempre costurei, aprendi com a minha mãe, e gosto demais desses estampados. Agora, conhecendo a história, gostei mais ainda”, contou. Ela disse que já viu muitos casos de racismo e que oficinas assim contribuem para diminuir o preconceito. “Às vezes, a gente acha que o coração da pessoa é ruim, mas é a cabeça, né? Falta educação. Quanto mais atividades como essa, mais vai ajudando. Que bom que a Prefeitura apoia.”

Apoia e continuará apoiando, segundo a coordenadora Célia Aparecida da Silva, do Creppir. “Essa atividade foi proposta pela Coordenadoria depois de uma atividade realizada sobre o tema no mês de julho, que gerou muita demanda e pedidos por mais oficinas. Além desta, conseguimos fechar mais três, em diferentes locais, para atender a todos.”
As próximas oficinas acontecem nos dias 12, 18 e 27 de novembro. Os interessados devem procurar suas unidades de referência:



