De acordo com o Ministério de Relações Exteriores de Israel, “todos os direitos legais” foram respeitados.
Os coordenadores da flotilha humanitária têm relatado que os participantes detidos estão em condições precárias, com restrição de água e alimentação. Alguns teriam sofrido agressões físicas.
Um relato de “incidente violento” foi confirmado por Israel, em que um ativista teria agredido uma pessoa da equipe médica da prisão de Ketsiyot. Israel também publicou fotos dos ativistas no aeroporto antes da deportação.
Mais cedo, a esposa do brasileiro Thiago Ávila, Lara Souza, disse que o marido anunciou greve de fome e água até que medicamentos que foram retidos fossem devolvidos. Outros três brasileiros também declararam greve de fome.
Apenas um brasileiro, Nico Calabrese, foi deportado para Itália, por ter cidadania daquele país.
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Com informações da Agência Brasil



