“E algumas regiões que são, de certa forma, assistemáticas, o valor também, a intensidade também é amplificada. No lugar de diminuir, amplifica um pouco e aí você tem mais uma outra, o que… outro fator que faz com que a população sinta, e geralmente os prédios funcionando como o pêndulo invertido. Se as estruturas estiverem de acordo com as obrigações das construções civis do país, não vai ter nenhum efeito, não é dano, não causa nenhum dano estrutural se seguir as normas dos edifícios brasileiros.”
Os tremores no centro-norte da Venezuela tiveram 7,2 e, menos de um minuto depois, 7,5 pontos na escala Richter. Eles foram seguidos de pelo menos 30 réplicas. Não estão descartados os riscos de mais réplicas que, na maioria dos casos, são de menor intensidade. De qualquer forma, quando a população sente o tremor, é necessário evacuar o prédio, reforça o professor do Centro de Sismologia da USP, George França.
“Esse caso especial foram dois tremores separados por 39 segundos. E esses dois tremores quase de similar energia faz com que o tempo seja maior e a percepção seja maior. Então, nesse caso, a recomendação é treinar a evacuação. Grandes centros, todo e qualquer prédio precisa, não só por causa do terremoto, mas aprender a evacuar o prédio. Sair de forma segura.”
O terremoto dessa quarta-feira foi o mais forte a atingir a Venezuela desde o ano de 1900.
*Com produção de Luciene Cruz
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Com informações da Agência Brasil
