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Trata-se de uma formação de 20 horas, em seis encontros semanais, voltada para maiores de 18 anos, especialmente moradores de territórios periféricos que atuam ou têm interesse pela fotografia popular.
A oficina busca fortalecer práticas criativas conectadas com identidade, memória e território e convida participantes a experimentar novas possibilidades de criação de imagens a partir do encontro entre fotografia, inteligência artificial (IA) e saberes ancestrais.
O início das atividades será na terça-feira, dia 12 de maio, com aulas até 16 de junho, no horário de 18h às 21h, sempre às terças.
A ideia é levar os participantes a explorar processos criativos que partem do repertório individual, das epistemologias negras e das tecnologias populares e, a partir daí, construir narrativas visuais autorais, simbólicas e sensoriais.
Ao longo dos encontros, os participantes vão transitar entre teoria e prática, conectando referências históricas e culturais com experimentações contemporâneas.
A introdução à inteligência artificial (IA) e suas aplicações na criação de imagens, as relações entre IA, fabulação preta e história do Brasil, além da noção de Inteligência Ancestral estão entre os conteúdos que serão trabalhados.
A oficina propõe ainda exercícios de desenvolvimento do olhar fotográfico, construção de repertório visual e criação de imagens com IA a partir da elaboração de prompts – perguntas ou comandos enviados à IA para gerar respostas, conteúdos, imagens ou ações específicas –, pesquisa de referências e exploração sensorial.
As informações são do programa Imagens do Povo, do Observatório de Favelas.
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Com informações da Agência Brasil
