Doa está em um abrigo com a filha pequena e diz que torce para que os ataques acabem não voltem.
“Quero que minha filha viva sem passar por isso. Minha geração passou a vida inteira em meio a guerras”, disse ela.
Israel também anunciou uma nova onda de ataques contra a capital iraniana, Teerã. Até agora, mais de 1,3 mil pessoas morreram no país e não há a perspectiva de que o conflito acabe nos próximos dias.
Hoje, 16, o ministro de relações exteriores do Irã, Abbas Araghchi, negou que tenha pedido um cessar-fogo aos Estados Unidos e diz que a guerra deve acabar de uma forma que ela não se repita mais. Araghchi também disse que o Estreito de Ormuz, canal por onde passa boa parte do petróleo mundial, não está totalmente fechado e que o bloqueio é apenas para países aliados dos Estados Unidos e Israel na guerra.
No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Irã havia solicitado um cessar-fogo e teria pressionado países aliados, e que dependem do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz, a ajudarem na liberação do canal. Ele citou, inclusive, a China. As respostas até agora têm sido, na maioria, negativas. O ministro da defesa da Alemanha, Boris Pistorius, disse que essa não é uma guerra alemã. “Não começamos esse conflito”, disse ele. Itália e Grécia também rejeitaram o pedido de Trump.
A Coreia do Sul disse que tomou nota do pedido, mas não respondeu ainda. A China não se manifestou.
*Com informações da agência Reuters
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Com informações da Agência Brasil
