O sindicato dos portuários afirmou que a greve tem como objetivo defender os direitos dos trabalhadores e a estabilidade no emprego, diante das mudanças propostas na legislação trabalhista. A paralisação ocorre um dia antes de uma greve geral convocada pela CGT, a central sindical argentina.
A reforma trabalhista proposta pelo governo Milei prevê a limitação do direito à greve, o teto das indenizações por demissão, a redução de auxílios-doença e a restrição da capacidade dos trabalhadores de reivindicar indenizações após a demissão.
A Câmara dos Deputados da Argentina deve debater o projeto de lei nesta quinta-feira (19), após sua aprovação no Senado na semana passada.
*Com informações da agência Reuters
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Com informações da Agência Brasil
