Entre os temas em debate estão a cooperação econômica e o multilateralismo, a construção da multipolaridade, a reconfiguração da geopolítica mundial, os desafios da governança global, o próprio papel do Brics e a redução da dependência dos países emergentes ao dólar americano nas transações internacionais e formação de reservas financeiras.
Otimista com o encontro, o analista político Marcos Fernandes, que integra o conselho, enfatiza que os debates vão ajudar a enfrentar desafios das populações, como falta de moradia, acesso à saneamento básico e água potável, e a uma alimentação digna.
“Vamos discutir quais são as estratégias mais adequadas para fortalecer o conselho nos países e como é que vamos, de fato, projetar o Conselho Popular do Brics como uma referência oficial do Brics como um todo, que seja um espaço de debates estratégicos em que a gente possa trazer ideias para os chefes de Estado.”
A Cúpula Popular do Brics, que acontece no Armazém da Utopia, no centro da capital, é o último evento do grupo sob a presidência do Brasil. O bastão será passado para a Índia no próximo ano.
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Com informações da Agência Brasil
