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As 10 cidades com maior número de startups no estado são, pela ordem:
- São Paulo (1.670)
- Campinas (174)
- Ribeirão Preto (150)
- São José dos Campos (126)
- São Carlos (99)
- Sorocaba (87)
- Santos (85)
- São José do Rio Preto (83)
- Piracicaba (77)
- Bauru (74)
Estas cidades estão integradas ao Spai, política pública que engloba parques tecnológicos, centros de inovação e incubadoras de empresas de base tecnocientífica. No ranking, há outras 17 cidades, totalizando 28, que têm seus ambientes integrados ao sistema. No total, são 3.052 startups nessas cidades.


Produzido pelo Observatório Sebrae Startups, o estudo mostra ainda que os principais segmentos de atuação das startups paulistas são Saúde e Bem-estar (15,43%), Tecnologia da Informação (15,09%) e Educação (13,41%). Agronegócio vem na sequência (11,22%), indicando o impacto do setor agrícola na economia e a importante demanda por soluções tecnológicas no campo. O estudo agrega negócios em diferentes níveis de maturidade, desde as chamadas startups early stage (iniciantes) até as que já passaram por todos os estágios de desenvolvimento.
“Esse setor de inovação tem ganhado cada vez mais importância na economia e para toda a sociedade. Nós, do governo do Estado, estamos satisfeitos por fazer parte dessa história de crescimento, qualificação e diversificação de negócios”, afirma o secretário da SCTI, Vahan Agopyan.
Fontes de capital
Em relação às fontes de investimento, o levantamento revela que o fomento público é responsável pelo maior aporte de recursos, na ordem de 36%. Na sequência, aparece o apoio do investimento-anjo, que é formado pelos investidores individuais, com 31%. Em seguida, vêm os programas de aceleração (18%) e outras formas alternativas de financiamento.
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Com informações do Governo de São Paulo
