Na oportunidade, os presentes puderam aprofundar os debates sobre os impactos das transformações na saúde pública e suplementar, em torno do tema de 2026: “Nada se perde, tudo se transforma. A evolução do faturamento e da auditoria”.
“As Santas Casas, hospitais filantrópicos e demais instituições de saúde convivem diariamente com grandes desafios financeiros e operacionais. Por isso, discutir novos modelos de gestão, inovação tecnológica, automação de processos e integração de informações tornou-se indispensável para assegurar a continuidade dos serviços e fortalecer o atendimento prestado à população”, comentou o diretor-presidente da Fehosp, Edson Rogatti.
A programação contou com salas de atendimento com: órgãos e comissão científica, além da presença de representantes do Ministério da Saúde e da SES, facilitando o diálogo institucional e técnico; Oficinas práticas; Conteúdos estratégicos; Feira de exposições e amplas oportunidades de networking, em um espaço completo de aprendizado e conexões.
A programação ainda trouxe a tecnologia – tema em alta, que não poderia ficar de fora. Ela foi abordada como uma ferramenta de rotina para otimizar processos operacionais, combater desperdícios e aumentar a precisão dos dados.
“A eficiência na adoção de qualquer inovação depende do solo onde ela é plantada: a experiência individual. É o repertório já vivido, com seus erros e acertos, que serve de filtro crítico para que o novo seja uma ferramenta útil, e não apenas um produto etiquetado. Nada se perde; tudo se transforma na base sólida que nos permite mudar de forma sem perder a essência”, pontuou o coordenador da Comissão Científica, Vanderlei Moya.
A participação de Ubatuba foi estratégica, buscando alternativas para desenvolver a sustentabilidade financeira e a eficiência do SUS local. “Quando a gente aprende a faturar e auditar os atendimentos de forma inteligente usando, inclusive, ferramentas de tecnologia e inteligência artificial, nós evitamos que recursos preciosos sejam perdidos por causa de burocracia ou falhas no sistema. Cada centavo que a gente economiza com essas correções refletem em benefícios para a população, que usa o serviço na ponta”, finalizou a diretora de planejamento estratégico da Secretaria de Saúde de Ubatuba, Silvia Tenório.
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Com informações da Prefeitura de Guarujá
