A investigação apura também os crimes de falsificação, corrupção, adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais, além de incitação e apologia ao crime.
Segundo a polícia, contas de redes sociais publicavam conteúdos relacionados à interrupção da gravidez, como vídeos intitulados “Como fazer um aborto seguro” e “Ajuda com positivo indesejado”. A partir daí, as pessoas interessadas eram direcionadas a canais de atendimento privado, onde o produto era vendido.
O esquema usava diferentes contas, linhas telefônicas e dispositivos eletrônicos relacionados entre si, a fim de dificultar a identificação dos responsáveis pela atividade.
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Com informações da Agência Brasil


