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Caso munícipe encontre macacos mortos ou doentes, orientação é evitar contato com animal e avisar a GCM

Foto Igor Magno Cabral Goiaba Pixabay

Após alerta emitido pela Secretaria de Estado da Saúde sobre surto de febre amarela em animais em outros municípios do Estado de São Paulo, a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) de Diadema reforça que os macacos não são transmissores da doença e são essenciais para o monitoramento da circulação do vírus, pois indicam a circulação da febre amarela antes que atinja os humanos.

Caso o munícipe encontre um macaco morto ou doente, a Zoonoses orienta que não toque no animal e que a GCM (Guarda Civil Municipal) seja acionada (telefones 153 / 0800-7705-559 / 4043-6330 / 4044-0259) para as devidas providências.

Diadema não registrou casos da doença em humanos nos últimos anos.

Os animais são vítimas da doença, assim como os humanos. A UVZ alerta ainda que agredir ou matar macacos é crime, não impede a transmissão da febre amarela e compromete o trabalho da vigilância ao dificultar a identificação das áreas de risco e a adoção de medidas preventivas.

Vacinação – A melhor forma de prevenir a febre amarela é manter a vacinação em dia e colaborar com a Vigilância Epidemiológica, avisando quando há ocorrências com macacos.

A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. O esquema vacinal é o seguinte:

* Uma dose aos nove meses de vida;

* Reforço aos quatro anos;

* Pessoas de 5 a 59 anos não vacinadas devem receber dose única;

* Pessoas que receberam dose fracionada em 2018 devem receber uma dose plena.

Os endereços estão em: https://portal.diadema.sp.gov.br/vacinas/.

Por: Luciana Yamashita

Fotos: Igor Magno Cabral Goiaba/Pixabay (macaco) e Adriana Horvath (vacina contra febre amarela)

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Com informações da Prefeitura de Diadem

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