Durante a atividade, conduzida por AnayFabi, serão explorados diferentes ritmos por meio da percussão. A proposta envolve uma vivência musical com a participação de crianças e jovens da comunidade e contará com tradução em Guarani, realizada pelo professor da própria escola, garantindo acessibilidade linguística.
Além disso, alunos do curso de fotografia documental da aldeia, ministrado pelo professor Wiliam S. Costa, serão responsáveis pelo registro da oficina.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à cultura e à música em territórios indígenas, promovendo o contato direto com instrumentos e práticas rítmicas em um ambiente educativo e coletivo.
Mais informações sobre o projeto estão disponíveis no perfil @ritmoepercussaoemacao2.
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Com informações da Prefeitura de Guarujá
